A Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente, através da Direção Regional dos Recursos Florestais, decidiu alargar a proibição de caça a Santa Maria e ao Faial devido à Doença Hemorrágica Viral (DHV) dos coelhos, assim como determinar a aplicação de medidas preventivas que têm revelado resultados positivos nas ilhas em que estão a ser aplicadas.
Para conter a disseminação do vírus e os níveis de mortandade entre as populações de coelhos têm sido promovidas ações destinadas a informar a população e os caçadores sobre como atuar, apelando-se a que os Serviços Florestais locais sejam imediatamente avisados de animais encontrados mortos para procederem à sua recolha e registo.
Além do controle e da realização diária de vistorias e da recolha e eliminação dos cadáveres, como forma de eliminar potenciais focos infeciosos, a colocação de editais informativos em locais públicos, como portos e aeroportos, proibindo o trânsito de coelhos e seus derivados no interior do arquipélago e para o exterior, são outras das medidas agora aplicadas em Santa Maria, onde foram encontrados 144 coelhos mortos, e no Faial, onde foram recolhidos sete animais.
A implementação destas iniciativas tem permitido, até à data, uma evolução positiva na contenção dos efeitos do surto da virose hemorrágica detetada nas ilhas Graciosa, onde desde o final do mês de dezembro não são encontrados animais mortos, e nas Flores, São Jorge, Terceira e São Miguel.
Na Terceira, onde foram recolhidos 1.371 animais até esta quarta-feira, desde o dia 11 de fevereiro que não se encontram coelhos mortos, e em São Jorge, onde se recolheram 1.620 animais, não são encontrados coelhos mortos desde o dia 2 de fevereiro.
Nas Flores, onde se verificou o maior número de coelhos infetados (6.860), desde o dia 11 de fevereiro que não são encontrados animais mortos.
Em São Miguel, aguardando-se ainda os resultados dos testes laboratoriais, foram recolhidos 196 coelhos.
Esta espécie não existe no Corvo e na ilha do Pico não foi detetado nenhum caso até ao momento.
A atividade venatória ficará suspensa até que a DHV seja considerada extinta e os seus efeitos na população local de coelho-bravo sejam devidamente avaliados.
A Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente recorda que esta doença, apesar de muito contagiosa para os coelhos (bravos e domésticos), não é de modo algum transmissível aos seres humanos ou a outras espécies animais, mas considera-se que não se devem consumir coelhos eventualmente infetados.
Fonte: Governo dos Açores
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Aumenta a caça furtiva em Portugal
A caça furtiva não para de aumentar, são cada vez mais frequentes as armadilhas ilegais montadas para capturar os animais. Para tentar travar o problema o Governo quer alterar a lei. A questão da vigilância e fiscalização é um dos pontos que o executivo quer resolver com as mudanças na lei da caça.
Fonte: Porto Canal
Viseu - Detenção por caça ilegal
Militares do Núcleo de Proteção Ambiental do Destacamento Territorial de Viseu detiveram, no dia 15, na Zona de Caça Municipal de Silgueiros, um individuo de 66 anos, pelo crime de caça por meios e processos não autorizados. Foi apreendida uma arma de caça, 17 cartuchos e equipamento de som.
Fonte: GNR
Interdição de caça alargada à ilha de São Miguel
A Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente, através da Direção Regional dos Recursos Florestais, decidiu proibir, preventivamente, a caça na ilha de São Miguel devido ao surgimento de um significativo número de coelhos bravos mortos nos últimos quatro dias e enquanto se aguarda o resultado das análises para apurar as causas dessa mortandade.
À semelhança do que foi determinado para as ilhas Graciosa, Flores, São Jorge e Terceira, os serviços das direções regionais dos Recursos Florestais e da Agricultura vão promover ações de informação junto da população sobre os comportamentos a adotar, nomeadamente no que se refere à promoção de boas práticas para impedir a disseminação do vírus, caso se confirme laboratorialmente a suspeita da Doença Hemorrágica Viral dos Coelhos.
A implementação destas iniciativas tem permitido uma evolução positiva na contenção dos efeitos do surto da virose hemorrágica detetada na ilha Graciosa, onde já não se encontram coelhos mortos desde o dia 29 de dezembro.
Na Terceira, foram até à data recolhidos 1.370 coelhos mortos, em São Jorge 1.620 e nas Flores, ilha que regista a mortandade mais elevada, 6.860 coelhos mortos.
Além do controle e da realização diária de vistorias e da recolha e eliminação dos cadáveres, como forma de eliminar potenciais focos infeciosos, vai ser distribuído um folheto informativo sobre a forma de atuar perante a deteção de animais mortos, apelando-se a que os Serviços Florestais locais sejam imediatamente avisados para a sua recolha e registo.
A Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente reafirma que esta doença, apesar de muito contagiosa para os coelhos (bravos e domésticos), não é de modo algum transmissível aos seres humanos ou a outras espécies animais, mas considera-se que não devem ser consumidos coelhos eventualmente infetados.
GaCS/OG
Fonte: Governo dos Açores
À semelhança do que foi determinado para as ilhas Graciosa, Flores, São Jorge e Terceira, os serviços das direções regionais dos Recursos Florestais e da Agricultura vão promover ações de informação junto da população sobre os comportamentos a adotar, nomeadamente no que se refere à promoção de boas práticas para impedir a disseminação do vírus, caso se confirme laboratorialmente a suspeita da Doença Hemorrágica Viral dos Coelhos.
A implementação destas iniciativas tem permitido uma evolução positiva na contenção dos efeitos do surto da virose hemorrágica detetada na ilha Graciosa, onde já não se encontram coelhos mortos desde o dia 29 de dezembro.
Na Terceira, foram até à data recolhidos 1.370 coelhos mortos, em São Jorge 1.620 e nas Flores, ilha que regista a mortandade mais elevada, 6.860 coelhos mortos.
Além do controle e da realização diária de vistorias e da recolha e eliminação dos cadáveres, como forma de eliminar potenciais focos infeciosos, vai ser distribuído um folheto informativo sobre a forma de atuar perante a deteção de animais mortos, apelando-se a que os Serviços Florestais locais sejam imediatamente avisados para a sua recolha e registo.
A Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente reafirma que esta doença, apesar de muito contagiosa para os coelhos (bravos e domésticos), não é de modo algum transmissível aos seres humanos ou a outras espécies animais, mas considera-se que não devem ser consumidos coelhos eventualmente infetados.
GaCS/OG
Fonte: Governo dos Açores
Apreenção de 150 coelhos bravos para repovoamento
A GNR, através do Núcleo de Protecção Ambiental (NPA) do Destacamento Territorial de Braga, apreendeu cerca de 150 coelhos bravos trazidos de Espanha e que alegadamente se destinam à introdução em zonas de caça associativa, situação que configura o crime de dano contra a natureza.
Os coelhos foram apreendidos por falta de documentação que ateste a qualidade sanitária, apurou o ‘Correio do Minho’.
Os animais foram apreendidos, bem como as jaulas e a viatura em que eram transportados, anteontem numa acção de fiscalização realizada pelo NPA em Braga.
O cidadão que transportava os animais, com cerca de 50 anos de idade e residente em Vila Verde, incorre em pelo menos uma contra-ordenação relacionada com a falta de ‘atestado’ de sanidade dos animais, a que se soma ainda a inexistência de documentos de transporte.
De acordo com o que foi possível apurar, o indivíduo já é reincidente neste tipo de contra-ordenação.
Os 150 animais foram apreendidos à ordem do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).
Fonte do ICNF revelou ao ‘Correio do Minho’ que se houvesse flagrante delito no momento da introdução dos animais no meio selvagem haveria lugar à detenção, já que esse acto configura o crime de dano contra a natureza.
No ‘mercado’, estas espécies trazidas de Espanha são mais baratas que as autóctones, o que explica este tipo de tráfico.
Por outro lado, estes coelhos, sem controlo sanitário, quando introduzidos no meio selvagem, cruzam-se com as espécies autóctones e acabam por propagar doenças e pragas, explicou a mesma fonte.
Fonte: Correio do Minho
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